Com 200 a 300 anos, estas oliveiras centenárias destacam-se pelos impressionantes troncos fendidos e ocos, servindo de abrigo a animais e testemunhas silenciosas de gerações passadas e presentes. Símbolos de continuidade e resiliência, sobrevivem e crescem ao longo dos séculos, resistindo a adversidades. A tradição conta que a imagem da Senhora da Alagada apareceu no interior de uma árvore, trazida pelas águas do Tejo, dando origem à capela erguida no local.