| Muito próximo da Capela de S. Pedro de Vir-a-Corça, no meio do sobreiral, observa-se um excelente exemplo de fissuração poligonal no granito. Estas formas desenvolvem-se quando a rocha, sujeita a variações de temperatura e à infiltração de água, começa a abrir pequenas fraturas que se organizam em padrões geométricos. Com o tempo, a alteração e a erosão acentuam essas fissuras, criando sulcos mais profundos. O resultado é uma superfície segmentada em “placas”, que faz lembrar a carapaça de uma tartaruga. Esta forma integra o geossítio ‘Geoformas graníticas de S. Pedro de Vir-a-Corça’, destacando-se pelas suas expressivas formas de erosão do granito. |