| Os muros de sirga, visíveis ao longo do Trilho da Barca d’Amieira, são estruturas em pedra seca construídas nas margens do rio Tejo. Estes caminhos serviam para a navegação fluvial, permitindo que barcos fossem rebocados contra a corrente através de cordas (“sirgas”), puxadas por homens ou animais. Integrados num cenário natural de grande valor paisagístico, estes vestígios testemunham a forte relação entre o rio e as comunidades ribeirinhas. O trilho acompanha antigos percursos de sirga, hoje transformados em rota pedestre, permitindo ao visitante compreender como o Tejo foi uma importante via de transporte e ligação entre territórios. |