Saídas de Campo

A Escola vai ao Geopark

No Geopark Naturtejo, as escolas encontram um território que permite levar a aprendizagem para além da sala de aula, proporcionando aos alunos o contacto direto com a geodiversidade, a biodiversidade, a paisagem e o património. As saídas de campo permitem mobilizar conhecimentos e competências previstos nas Aprendizagens Essenciais, relacionando os conteúdos do currículo com situações concretas e com a realidade do território.

As propostas incluem saídas de campo com atividades de exploração do território, adaptadas aos diferentes níveis de ensino e aos objetivos pedagógicos de cada grupo. Uma oportunidade para aprofundar conhecimentos, desenvolver competências de observação, análise e interpretação e promover uma aprendizagem contextualizada, interdisciplinar e ligada ao território.
 

Notas:

•  O transporte entre os diferentes locais visitados é da responsabilidade da escola.

•  A escola deverá assegurar o acompanhamento dos alunos durante toda a atividade. Por cada 10 alunos, um professor está isento de pagamento.

•  Os programas poderão ser ajustados no próprio dia, sempre que necessário, em função das condições meteorológicas ou de outras circunstâncias imprevistas.

01

Na Rota dos Fósseis e no Rasto das Trilobites de Penha Garcia

Saída 1

Na Rota dos Fósseis e no Rasto das Trilobites de Penha Garcia

Saída 1

De: Naturtejo

Com: 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Penha Garcia (Idanha-a-Nova)

Duração: 3h00

Disciplinas: Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal, Educação Física, História, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia.

Argumento:

Entre quartzitos, fósseis e paisagens moldadas ao longo de milhões de anos, os alunos descobrem a história geológica de Penha Garcia e um dos mais emblemáticos geossítios do Geopark Naturtejo.

 

Ao longo de uma caminhada de cerca de 2 km pela Rota dos Fósseis, os alunos exploram a aldeia e o vale do rio Ponsul, observando as rochas quartzíticas e as marcas deixadas por trilobites e outros seres vivos. Através destes vestígios, recuam cerca de 480 milhões de anos para conhecer os antigos ambientes marinhos e compreender a relação entre a geodiversidade e a paisagem do Geopark Naturtejo.

A saída de campo inclui ainda a visita ao Centro de Interpretação das Trilobites e à Casa dos Fósseis, permitindo aprofundar a descoberta do património geológico de Penha Garcia e a sua relação com a ocupação humana do território.

Preço: Sob Consulta

Obs: Possibilidade de incluir atividades de desporto de natureza, no âmbito da disciplina de Educação Física.

02

Barrocais de Monsanto

Saída 2

Barrocais de Monsanto

Saída 2

De: Naturtejo

Com: 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Monsanto (Idanha-a-Nova)

Duração: 3h00

Disciplinas: Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal, Educação Física, História, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Argumento:

Os grandes blocos de granito de Monsanto dão forma a uma paisagem singular, onde património geológico, património histórico e arquitetura se encontram numa relação estreita com a comunidade local.

 

Ao longo de cerca de 3 km pela Rota dos Barrocais, os alunos exploram o Monte-Ilha de Monsanto e vários geossítios, descobrindo as formas graníticas resultantes da ação dos agentes naturais ao longo do tempo. O percurso até ao Castelo proporciona ainda uma leitura da paisagem e da relação entre a geodiversidade e a ocupação humana deste território.

Na aldeia, considerada ‘a mais portuguesa de Portugal’, a geologia continua a fazer parte da vida e da arquitetura, através das casas construídas e adaptadas aos grandes blocos graníticos. O percurso inclui a visita ao Centro de Interpretação de Monsanto e permite conhecer o património histórico e cultural da aldeia, incluindo as ruínas da Capela de São Miguel, o Castelo e elementos da cultura tradicional, como os adufes e as marafonas, descobrindo como a geologia de Monsanto influenciou a paisagem, a arquitetura e o modo de vida da comunidade.

Preço: Sob consulta

03

Portas de Ródão e Vale do Tejo

Saída 3

Portas de Ródão e Vale do Tejo

Saída 3

De: Naturtejo

Com: 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Vila Velha de Ródão

Duração: 3h00

Disciplinas: Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal, Educação Física, História, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia.

Argumento:

Entre as imponentes Portas de Ródão e outros geossítios que testemunham a evolução da paisagem ao longo de milhões de anos, os alunos descobrem a relação entre a geologia, o rio Tejo e a presença humana neste território.

 

A saída percorre a história natural do Vale do Tejo e as Portas de Ródão, onde os alunos descobrem as cristas quartzíticas e compreendem como o rio foi abrindo esta passagem ao longo do tempo. Os terraços fluviais permitem interpretar a evolução do rio e da paisagem, bem como a relação entre o Tejo e a ocupação humana do território, incluindo a exploração de ouro romana do Conhal do Arneiro.

O programa abrange um troço do percurso pedestre Geologia e Arqueologia Urbanas e inclui a observação de troncos fósseis, testemunhos de antigas árvores e das condições climáticas de outros tempos. Contempla ainda diversos vestígios da presença humana, nomeadamente a Estação Arqueológica da Foz do Enxarrique e a arte rupestre do Vale do Tejo, cuja interpretação e contextualização são apresentadas no Centro de Interpretação da Arte Rupestre do Vale do Tejo.

Preço: Sem passeio de barco: sob consulta | Com passeio de barco: sob consulta

Obs: O programa pode ser realizado com ou sem passeio de barco no rio Tejo. Possibilidade de incluir atividades de desporto de natureza, no âmbito da disciplina de Educação Física.

04

Serra das Talhadas e Segredos do Vale Mourão

Saída 4

Serra das Talhadas e Segredos do Vale Mourão

Saída 4

De: Naturtejo

Com: 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: CCV da Floresta e Sobral Fernando (Proença-a-Nova)

Duração: 6h00

Disciplinas: Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, Educação Visual Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Argumento:

Escarpas quartzíticas, fósseis, floresta, paisagens moldadas pela ação da água e dos movimentos da Terra, revelam os segredos da Serra das Talhadas e do Vale Mourão.

 

O programa começa no Centro Ciência Viva da Floresta, em Proença-a-Nova, com a visita à exposição interativa. De seguida, uma caminhada de cerca de 3 km pelo percurso pedestre Viagem pelos Ossos da Terra, em Sobral Fernando, acompanha o rio Ocreza até às Portas do Vale Mourão, um dos principais geossítios da Serra das Talhadas.

Ao longo do percurso, os alunos descobrem fósseis marinhos, marcas de ondulação e rochas dobradas, testemunhos de antigos ambientes marinhos e da dinâmica da Terra. Encontram também vestígios de exploração mineira de ouro do período romano e exploram a relação entre geodiversidade e biodiversidade, com destaque para espécies rupícolas como os zimbros, os abutres e as cegonhas-pretas. O programa inclui ainda a Torre de Vigia, concebida pelo arquiteto Siza Vieira, e a obra Menina dos Medos, cruzando natureza, ciência, património e arte.

Preço: Sob consulta

Obs: Possibilidade de incluir atividades de desporto de natureza, no âmbito da disciplina de Educação Física.

05

Mina de Ouro Romana do Conhal do Arneiro

Saída 5

Mina de Ouro Romana do Conhal do Arneiro

Saída 5

De: Naturtejo

Com: 3.º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Arneiro (Nisa)

Duração: 4h00

Disciplinas: Ciências Naturais, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Argumento:

No Conhal do Arneiro, a paisagem revela a ligação entre a história geológica da região e a ocupação humana, que os alunos exploram entre terraços fluviais, vestígios de exploração mineira e paisagens quartzíticas moldadas.

 

A caminhada pelo Trilho da Mina de Ouro do Conhal permite conhecer os vestígios da exploração de ouro do período romano e o seu contexto geológico, revelando uma paisagem profundamente transformada pela atividade mineira. Entre a Serra de São Miguel e a Serrinha, os alunos percorrem os terraços fluviais do Tejo e compreendem a relação entre o rio e a ocupação humana.

O programa inclui a visita ao Centro Interpretativo do Conhal e diferentes pontos do Monumento Natural das Portas de Ródão, onde comunidades de zimbro e locais de nidificação de abutres e cegonhas-pretas mostram a relação indissociável entre geodiversidade e biodiversidade.

Preço: Sob consulta

06

Da Serra do Muradal ao Vale do Zêzere

Saída 6

Da Serra do Muradal ao Vale do Zêzere

Saída 6

De: Naturtejo

Com: 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Estreito e Orvalho (Oleiros)

Duração: 3h00

Disciplinas: Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal, Educação Física, História, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Argumento:

Entre a Serra do Muradal e o Vale do Zêzere, os alunos descobrem xistos, quartzitos, fósseis, cascatas e vários geossítios que testemunham a história da Terra.

 

O percurso passa pela Pedreira do Zebro, onde os alunos descobrem fósseis marinhos e vestígios de um antigo oceano. No Miradouro do Zebro, interpretam a formação das montanhas e os efeitos da colisão dos continentes na construção da paisagem atual (este ponto apenas para níveis a partir do 3º CEB).

A passagem pela cascata da Fraga de Água d’Alta permite conhecer o processo de formação da maior queda de água da Beira Baixa e do Geopark Naturtejo, na Serra do Muradal, e a floresta Laurissilva, uma floresta relíquia que, apesar das mudanças climáticas que quase levaram ao seu desaparecimento no continente europeu, ainda encontra neste território condições favoráveis à sua presença. O percurso termina no Cabeço do Mosqueiro, com uma leitura da paisagem da Serra do Muradal e do Vale do Zêzere.

Preço: Sob Consulta

07

Granitos e canteiros de Alcains

Saída 7

Granitos e canteiros de Alcains

Saída 7

De: Naturtejo

Com: 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Alcains (Castelo Branco)

Duração: 3h00

Disciplinas: Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal, Educação Física, História, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Pontos de Interesse:
Argumento:

Em Alcains, o granito é o ponto de partida para descobrir uma rocha que marca a paisagem e a identidade da região, desde a sua exploração e transformação até à tradição dos canteiros, parte importante do património cultural local.

 

O percurso inclui uma visita a uma pedreira de granito, onde os alunos contactam com uma rocha formada há mais de 300 milhões de anos, conhecem as suas características e compreendem a sua utilização. De seguida, uma visita a uma unidade de transformação permite acompanhar o trabalho desta rocha desde a extração até à produção de diferentes elementos.

O programa termina no Museu do Canteiro, dedicado ao “Labor do Canteiro”, que dá a conhecer o saber-fazer dos canteiros, as suas técnicas, ferramentas e práticas tradicionais, valorizando a importância desta atividade na história e na identidade da região e a sua evolução ao longo do tempo.

Preço: Sob consulta

08

Canhão Fluvial do Erges

Saída 8

Canhão Fluvial do Erges

Saída 8

De: Naturtejo

Com: 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Segura (Idanha-a-Nova)

Duração: 3h00

Disciplinas: Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal, Educação Física, História, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Argumento:

O rio Erges escavou um profundo canhão fluvial entre rochas, criando um geossítio onde a geodiversidade, a biodiversidade e a paisagem se encontram, no território classificado como Parque Natural do Tejo Internacional.

 

O percurso começa no Centro de Interpretação da Biodiversidade “Terras de Idanha”, em Segura, Idanha-a-Nova, onde os alunos conhecem a diversidade de paisagens e ambientes naturais da região, desde escarpas e rios a zonas de montado, matos mediterrânicos e áreas agrícolas de sequeiro. De seguida, um pequeno percurso pedestre conduz à margem do rio Erges e ao seu canhão fluvial, permitindo conhecer as formas do relevo, as rochas e os habitats que caracterizam esta paisagem.

Nas escarpas do canhão encontram-se diversas aves, mostrando a relação entre as características do relevo e a biodiversidade, num espaço integrado no Geoparque Mundial da UNESCO e na Reserva da Biosfera Transfronteiriça Tejo-Tajo.

Preço: Sob consulta

09

A Geodiversidade nas Terras do Lince

Saída 9

A Geodiversidade nas Terras do Lince

Saída 9

De: Naturtejo

Com: 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Penamacor

Duração: 4h00

Disciplinas: Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal, Educação Física, História, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Argumento:

Em Penamacor, a geodiversidade está presente na paisagem, nas rochas, nas ruas e no património construído. Este percurso permite descobrir diferentes elementos do património geológico local e compreender a sua relação com a história e a ocupação humana da vila.

 

O percurso, que abrange alguns troços da Rota da Vila, começa no geossítio Miradouro do Quartel, com uma leitura da paisagem e da sua evolução ao longo de milhões de anos. Pela vila, os alunos reconhecem diferentes tipos de rochas presentes em calçadas, muros e fachadas, bem como afloramentos que integram a geodiversidade e o património local.

O percurso segue pela calçada romana e pelas antigas hortas, entre oliveiras centenárias e blocos graníticos, até à Fortaleza de Penamacor. Na Mata da Câmara, os alunos descobrem a relação entre diferentes tipos de rochas e as marcas deixadas pela sua transformação ao longo do tempo, incluindo a curiosa “Casa do Ramalho”.

O programa inclui ainda a Casa Ribeiro Sanches, dedicada a uma das mais importantes figuras de Penamacor, cujo trabalho, reconhecido internacionalmente, se destacou nomeadamente pelo estudo e uso terapêutico das águas minerais naturais.

Preço: Sob consulta

10

As formas dos granitos do Barrocal

Saída 10

As formas dos granitos do Barrocal

Saída 10

De: Naturtejo

Com: Pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Castelo Branco

Duração: 2h00

Disciplinas: : Área de Conhecimento do Mundo, Estudo do Meio, Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Cidadania e Desenvolvimento, Ciências Naturais, História e Geografia de Portugal, Educação Física, História, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Pontos de Interesse:
Argumento:

Uma saída de campo pelo Parque do Barrocal, onde as formas do granito revelam a história geológica e a diversidade natural de um geossítio no coração da cidade de Castelo Branco.

 

o longo do percurso, os alunos descobrem formações graníticas com mais de 310 milhões de anos, moldadas ao longo do tempo pela ação dos agentes naturais. As diferentes formas dos blocos graníticos permitem compreender a evolução desta paisagem de barrocal e a relação entre as rochas e os processos que as transformaram.

O percurso passa por vários espaços, como o Túnel do Lagarto e o Observatório dos Abelharucos, proporcionando também o contacto com a biodiversidade do parque e com as diferentes espécies de plantas e aves que encontram neste território condições para viver e nidificar.

O Barrocal guarda ainda vestígios da presença humana com cerca de 3000 anos, que permitem conhecer a relação entre as comunidades humanas e este território desde a Idade do Bronze.

Preço: sob consulta

11

Trilobites, Dinossáurios e Grutas nas Rochas do Centro de Portugal

Saída 11

Trilobites, Dinossáurios e Grutas nas Rochas do Centro de Portugal

Saída 11

De: Naturtejo

Com: 3.º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Profissional

Estúdios/Local: Batalha, Ourém, Monsanto e Penha Garcia (Idanha-a-Nova)

Duração: 2 dias

Disciplinas: Ciências Naturais, Geografia, Biologia e Geologia, Geologia

Argumento:

O programa oferece uma visão integrada da geodiversidade do Centro de Portugal, permitindo aos alunos explorar importantes elementos do património geológico, reconhecer ambientes sedimentares, metamórficos e magmáticos e compreender a história geológica da região Centro.

 

No 1.º dia, a visita às Grutas da Moeda e ao Centro de Interpretação Científico‑Ambiental das Grutas introduz os alunos aos processos que moldaram o Maciço Calcário Estremenho e à formação das grutas. A exploração continua nas Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire, onde observam trilhos de saurópodes e compreendem como o registo fóssil preserva episódios da história da Terra.

No 2.º dia, já no território do Geopark Naturtejo, os alunos percorrem a Rota dos Fósseis de Penha Garcia, descobrindo vestígios de antigos ambientes marinhos, e onde observam formas de relevo moldadas pela ação dos agentes naturais e a forma como a geologia influenciou a arquitetura tradicional.

Preço: Sob consulta

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