Saídas de Campo

Programas de Visita

O Geopark Naturtejo oferece um conjunto diversificado de Saídas de Campo, adaptadas aos diferentes níveis de ensino, onde o território se transforma numa sala de aula viva.

01

48 horas de Geopark Naturtejo

Saída de Campo 0

48 horas de Geopark Naturtejo

Saída de Campo 0

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 6 e Professores maiores de 21 anos

Estúdios/Local: Diversos geossítios e/ou outros locais a definir

Duração: 2 dias (ou mais, caso haja esse interesse)

Trilho Pedestre: A definir

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Estudo do Meio, Ciências Naturais, Biologia e Geologia, Geologia, História e Educação Física

Argumento:

Alunos e Professores criam uma saída de campo de dois dias a partir da conjugação de saídas de campo pré-existentes, de meio-dia ou um dia. Permanecem pelo menos uma noite no território do Geopark Naturtejo. Ex: no 1º dia realizam a Saída de Campo C e no 2º dia realizam a saída de campo D com ou sem desportos aventura.

Também podem criar uma saída de campo adequada às suas necessidades e objetivos, resultante da conjugação de saídas pré-existentes com saídas que não são habitualmente realizadas ou até de um programa na totalidade à sua medida.

02

A Geodiversidade nas Terras do Lince

Saída de Campo L

A Geodiversidade nas Terras do Lince

Saída de Campo L

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 10 e Professores maiores de 21 anos

Estúdios/Local: Vila de Penamacor + Balneário das Termas das Águas + Minas de Ouro Romanas de Penamacor (Covão do Urso e Presa) e Reserva Natural da Serra da Malcata

Duração: 4 horas (6 horas se incluir a opção 1 ou opção 2)

Trilho Pedestre: Ensino Secundário: percurso completo na vila (extensão – 5 km) / 2º e 3º EBásico: percurso adaptado (extensão – 3 km)

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Ciências Naturais, Biologia e Geologia, Geologia, História e Educação Física

Argumento:

Os alunos e professores dirigem-se ao geossítio Miradouro do Quartel, onde obtêm uma belíssima visão panorâmica da área sul do concelho de Penamacor e onde interpretarão a evolução da paisagem desde há 600 Ma. Saem do antigo Quartel e partem à descoberta da geodiversidade na vila, observando sempre com muita atenção as rochas utilizadas em todo tipo de construções da vila, desde a calçada, aos muros, às fachadas das casas e observam também os pequenos afloramentos que servem de base para casas e muros. Seguem em direcção à calçada romana e depois entram em veredas ladeadas por muros de antigas hortas, que se localizam no caos de blocos da encosta do inselberg de Penamacor. No caminho, por entre oliveiras centenárias e nicreiros vão à conquista da Fortaleza. Chegados ao Cimo de Vila, podem contemplar a magnífica paisagem que se avista a partir da imponente Torre de Menagem, o Poço d’El Rey, a Torre do Relógio, a muralha medieval e a antiga Casa da Câmara. Vão na direcção da Mata da Câmara e procuram indícios da auréola de metamorfismo de contacto entre xistos e granitos. Na Mata, os mais perspicazes poderão descobrir a “Casa do Ramalho”, uma pequena “gruta” formada por dois blocos graníticos que apresentam fracturação poligonal. No regresso ao ponto de partida passam pelo Convento de Stº António e pelo edifício da Câmara Municipal. Chegados ao antigo Quartel visitam o Museu Municipal, para conhecer valores patrimoniais do concelho. No Museu Municipal podem ainda visitar até Abril de 2016 a exposição "ab initio Geologicamente".

 

Opção 1 - As águas terapêuticas dos granitos das Termas das Águas

Duração: 2 horas

Visita às instalações do balneário termal das Termas das Águas, o único licenciado no concelho de Penamacor, e relacionar com o enquadramento geológico envolvente.

 

Opção 2 - A Flora da RNSM e as Minas de Ouro Romanas de Penamacor

Local: Penamacor (próximo da Carreira de Tiro), na área da Reserva Natural da Serra da Malcata

Duração: 2 horas

Introdução sobre o geossítio Complexo Mineiro Romano, de exploração de ouro, a Mina da Presa e Covão do Urso. Percurso com cerca de 1,5 km até à margem do grande vale da exploração de ouro Romana, o Covão do Urso. Ao longo do trilho são identificadas algumas das espécies características da flora da Reserva Natural da Serra da Malcata.

03

À Procura das Águas

Saída de Campo H

À Procura das Águas

Saída de Campo H

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 11 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local: Fraga de Água d’Alta, Miradouro do Mosqueiro, Praia Fluvial de Cambas e Garganta da Malhada Velha (Oleiros)

Duração: 5 horas

Trilho Pedestre: PR3 - Georota do Orvalho (1,5 Km)

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Estudo do Meio / Ciências Naturais / Biologia e Geologia / Geologia + Educação Física

Argumento:

A primeira paragem que os alunos e professores fazem permite-lhes deliciarem-se com a deslumbrante visão da maior cascata do Geopark – a Cascata da Fraga de Água d’Alta, na freguesia do Orvalho. No caminho até chegarem a este monumento da Natureza, encontram uma nascente de águas límpidas e cristalinas. Aqui vão poder analisar as propriedades da água, pois vão prová-la e vão também verificar o seu efeito sobre algumas substâncias! E finalmente chegados à Cascata é hora da história da sua formação ouvir, atenção a todos que, já já a seguir, chega a altura de desenharem ou escreverem uma pequeno texto sobre a linda cascata da Fraga de Água d’Alta! Cada um escolhe consoante os seus dotes artísticos o desenho e pintura ou a escrita, que podem levar como recordação desta sua Visita de Estudo, no Concelho de Oleiros! De seguida dirigem-se para o Cabeço do Mosqueiro, na serra de Moradal, onde se localiza um miradouro. A partir dele é possível abarcar com a vista a paisagem a toda a volta. Aqui, o desafio proposto é identificar e localizar vários aspectos da paisagem, tais como as serras, o rio Zêzere e as povoações, em relação a um ponto ou usando uma bússola. Deste ponto alto ainda se podem observar as plantas espontâneas e cultivadas da sua zona envolvente. No miradouro é possível verificar que os quartzitos são usados, por exemplo, para revestimento dos muros, para pavimentação e para construção de casas. A seguir têm a opção de ir até à Praia Fluvial de Cambas para navegarem de canoas nas águas do Zêzere e testar a pontaria no tiro com arco, na margem do rio. Por fim, vão à Malhada Velha, local onde o rio conseguiu desgastar os quartzitos e atravessar a enorme muralha de rocha que lá existia. Observando o rio surgem várias questões nas mentes irrequietas: Onde são a nascente e foz deste rio? Como se sabe qual é a sua margem direita e esquerda? A água dos rios está sob que forma – sólida, líquida ou gasosa? A água é essencial aos seres vivos! Este é um local em que a paisagem é maravilhosa! Todos têm um papel importante na defesa e proteção da Natureza! Monumentos como este devem ser conservados, para que a grande diversidade de plantas e animais existentes não desapareçam.

04

Ao encontro de curiosas formas graníticas moldadas pela água, na Serra da Gardunha

Saída de Campo F

Ao encontro de curiosas formas graníticas moldadas pela água, na Serra da Gardunha

Saída de Campo F

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 11 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local: Serra da Gardunha

Duração: 5 horas (6 horas se incluir Desportos de Natureza opcionais: (Canoagem, Tiro com Arco)

Trilho Pedestre: PR1 - Rota da Gardunha (9 Km)

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Ciências Naturais / Biologia e Geologia / Geologia + Educação Física

Argumento:

Alunos e Profs. chegam à aldeia do Casal da Serra e encontram junto à “Fonte da Igreja” um Painel Informativo do PR1- Rota da Gardunha. Apenas irão realizar metade deste percurso pedestre. Curiosos, percorrem as ruas da aldeia, passando por várias fontes, por um catavento e seguem o caminho que os leva à ” Casa da Floresta”. Durante o percurso por entre pinheiros bravos, estevas, rosmaninhos, fetos, etc., ouvem os melodiosos sons das aves que por aqui habitam. Mas afinal que rocha encontram pelo caminho? Dizem todos em uníssono: - O granito!! Avistam um parque de merendas e junto a ele um miradouro que permite observar uma superfície aplanada de onde se destacam relevos resistentes à erosão. É tempo de fazer a leitura desta paisagem, seguida de uma pausa para merendar! Continuando pelo caminho fora, chegam à Casa da Floresta, junto da qual há umas mesas onde podem almoçar! Depois continuam a subir para atingir a zona do Castelo Velho! Mas antes de lá chegar ainda outro miradouro vão encontrar, este com vista para o anfiteatro de Castelo Novo, onde um maravilhoso caos de blocos graníticos os aguarda! Daqui é zarpar para o Castelo Velho, em busca das curiosas formas graníticas, entre as quais existem espécies vegetais singulares (sítio da Rede Natura 2000)! Agora, começa a imaginação a trabalhar, pois o jogo de dar nome às pedras vai começar! E é altura de perceber como é que a água ajudou a moldar estas formas no granito. – Olhem esta bola granítica parece ter à superfície uma côdea igual à de uma broa de milho! – Eh lá, está aqui uma bola partida em duas metades! Será que foi um raio de trovoada que lhe caiu em cima? O trilho muda de direcção e convida agora os visitantes a entrar no país das pedras maravilha. – Qual será o Cabeço do Galo? Aquele cabeço parece um castelo! Muitas formas irão desvendar.

Saindo do Castelo Velho, em direção ao Casal da Serra, os pequenos cursos de água sucedem-se, e encontram-se várias captações de água. É que esta Serra, para além de maravilhosas rochas, tem fabulosas nascentes de água, algumas exploradas como águas de mesa, como as do Alardo e da Fonte da Fraga. Já perto da aldeia, avistam-se antigas casas tradicionais em granito, pois aqui na Serra o granito é rei! Regressam ao autocarro e deslocam-se a S. Vicente da Beira para conhecerem uma das empresas que explora águas desta Serra. Assim, vão visitar as instalações da Empresa Beira Vicente que comercializa a água de nascente Fonte da Fraga e fazem uma prova de águas.

Vitória, vitória, acabou-se esta história de estranhas, mas encantadoras formas rochosas moldadas pela água. Mas calma, neste programa, os desportistas podem ainda praticar escalada na Serra, tiro com arco ou BTT e canoagem na Barragem de Santa Águeda.

05

As andanças do granito talhado p´los canteiros de Alcains

Saída de Campo I

As andanças do granito talhado p´los canteiros de Alcains

Saída de Campo I

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 3 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local: Museu do Canteiro, Pedreira e Unidade de transformação de granito da Empresa Manuel Martins LDA., em Alcains

Duração: 6 horas

Trilho Pedestre:

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Estudo do Meio / Ciências Naturais / Biologia e Geologia / Geologia

Argumento:

Alunos e Profs. chegam a Alcains e começam por visitar uma das pedreiras de exploração de granito da vila de Alcains, formado há aproximadamente 300 Ma, localizada junto à ermida de Santa Apolónia. Devido à exploração do granito ficaram expostos afloramentos onde podem ler informação geológica para melhor compreender as rochas magmáticas plutónicas e enquadrá-las adequadamente no ciclo das rochas. De seguida deslocam-se a uma unidade de transformação de granito, onde podem ver como actualmente se trabalha o granito e algumas das suas utilizações.
Por fim, visitam a exposição permanente do Museu do Canteiro “O labor do Canteiro”. Em meados do séc. XX existiam cerca de 500 canteiros a laborar nas pedreiras de Alcains. Hoje, a realidade é bem diferente, são poucos. O Museu do Canteiro é uma instituição do Município de Castelo Branco que tem por objetivos estudar, preservar e divulgar as práticas e vivências do trabalho do canteiro. O Solar dos Goulões é o edifício que alberga o museu e é por si só um belo exemplar da aplicação de trabalho de cantaria. A exposição permanente “O Labor do Canteiro” desenvolve-se ao longo de um percurso que acompanha as fases de intervenção sobre a pedra com vista à produção de cantarias. Os alunos, munidos de um guia de exploração da exposição poderão descobrir quais os utensílios mais antigos e tradicionais utilizados pelos canteiros e as inovações que deram origem às maquinarias que os substituíram. A exposição documenta práticas e técnicas que conduzem à produção de formas ou à elaboração estética da pedra e dão conta dos traços fundamentais da evolução da actividade pétrea em Portugal.
Depois desta saída de campo ficarão a conhecer e compreender melhor os processos desde o passado até ao presente, de extração e transformação do granito, desde a pedreira até chegar às nossas casas.

06

Bio e Geodiversidade do Canhão Fluvial do Erges - Segura

Saída de Campo K

Bio e Geodiversidade do Canhão Fluvial do Erges - Segura

Saída de Campo K

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 3 e Professores maiores de 21 anos

Estúdios/Local: Centro de Interpretação da Biodiversidade "Terras de Idanha", em Segura e Geomonumento Canhão Fluvial do Erges, em Segura - Parque Natural do Tejo Internacional (Idanha-a-Nova)

Duração: 3 horas (4h30 min se incluir a Opção 1: Visita à Quinta do Valado, da Empresa "Aromas do Valado").

Trilho Pedestre: 600 metros (entre o CIB e a margem do rio Erges)

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Estudo do Meio / Ciências da Natureza / Ciências Naturais / Biologia e Geologia / Conservação da Natureza

Argumento:

Alunos e Professores visitam o Centro de Interpretação da Biodiversidade "Terras de Idanha", localizado junto à aldeia de Segura, percorrendo os seus painéis e equipamentos de exploração interativa para responderem às questões do guia de exploração. Em seguida saem do CIB e deslocam-se a pé por um pequeno trilho até à margem do rio Erges, próximo do Canhão fluvial. No percurso até ao rio, já em pleno Parque Natural do Tejo Internacional, vão identificar as espécies da fauna e flora que lá existem bem como a geodiversidade que as suporta. Podem ainda visitar ali na proximidade as ruínas de um moinho de rodete e a Ponte de Segura, que une Portugal a Espanha, já que o Erges é a linha de fronteira.

 

Opção 1 - Visita pedagógica à Quinta da Valado, da Empresa Aromas do Valado

 

Local: Quinta do Valado, próximo da aldeia de Segura

Duração: 1h30 min

 

Depois de identificação de plantas no percurso entre o CIB e o rio Erges e de terem visto alguns exemplos das aplicações da biodiversidade de uma forma sustentável, nos painéis da exposição do CIB, alunos e Professores vão conhecer um exemplo concreto do uso de plantas de uma forma sustentável, na maioria autóctones, para elaboração de produtos biológicos por uma empresa inovadora, do concelho de Idanha-a-Nova.

Na quinta da Aromas do Valado existem diferentes espécies de plantas aromáticas e medicinais (sobretudo plantas autóctones), as quais apelam aos sentidos e nos remetem para saberes milenares. A aplicação destas plantas é vasta e diversificada: integram-se na culinária, no processamento de matéria-prima para a cosmética, perfumaria, indústria farmacêutica, etc., aromatizando cada setor onde são utilizadas.

O percurso, das visitas pedagógicas à quinta, contempla uma visita guiada ao jardim mãe, ao pavilhão agroindustrial, envolvendo a participação dos técnicos responsáveis por cada área da empresa. Na trajetória é partilhada informação sobre a utilização das plantas no processo de fabrico dos produtos.

07

Conservação da Natureza no PNTI: o caso do Monte Barata

Saída de Campo J

Conservação da Natureza no PNTI: o caso do Monte Barata

Saída de Campo J

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 13 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local: Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco, Monte Barata (localizado na área do Parque Natural do Tejo Internacional - PNTI), junto à aldeia de Monforte da Beira

Duração: 6 horas

Trilho Pedestre:

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Ciências Naturais / Biologia e Geologia / Geologia / Conservação da Natureza

Argumento:

Alunos e Profs. chegam à Cidade de Castelo Branco. No Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco, assistem a uma palestra sobre a biodiversidade, geodiversidade e Conservação da Natureza no Parque Natural do Tejo Internacional, proferida por uma Técnica do PNTI. De seguida, fazem uma viagem virtual ao Parque Natural do Tejo Internacional, através dos 14 equipamentos de exploração interactiva do Centro de Interpretação Ambiental. Depois é hora da visita real ao PNTI! Vão até Monforte da  Beira e seguem em direcção ao Monte Barata, uma reserva para a Conservação da Natureza, gerida pelo Núcleo de Castelo Branco da Quercus e que está incluída no território do PNTI. Aí, vão conhecer a Estação da Biodiversidade do Monte Barata, percorrendo um trilho de dificuldade baixa, com cerca de 4km. Ao longo do percurso existem 8 paragens assinaladas com um painel interpretativo, destacando espécies características da fauna e flora, das mesmas. Da flora presente, salientam-se os montados de sobreiro e azinheira, os tamujais, o rosmaninho, e outras aromáticas, algumas orquídeas selvagens, o olival, e salgueiros e freixos junto às linhas de água. Relativamente à fauna que se poderá observar ou vestígios da mesma, nomeia-se o texugo, a raposa, a geneta, o veado, o javali, o grifo, o abutre-preto, a águia calçada, a águia-cobreira, a rã, a salamandra, o cágado de carapaça estriada, o sardão comum, várias espécies de borboletas e de libelinhas..  
É tempo de identificar e registar no caderno de campo, ao vivo e a cores, as espécies da biodiversidade que observam, bem como a geodiversidade que as suporta. E ao longo do trilho conhecem in situ as estratégias e infra-estruturas desenvolvidas para a conservação da Natureza, no Monte Barata.

08

Explorando os trilhos que conduzem à mina de ouro romana do Conhal do Arneiro

Saída de Campo G

Explorando os trilhos que conduzem à mina de ouro romana do Conhal do Arneiro

Saída de Campo G

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 11 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local: Serra de São Miguel; exploração mineira do Conhal do Arneiro; Aldeia do Arneiro

Duração: 6 horas

Trilho Pedestre: PR4 - Trilhos do Conhal (7 Km ou 4Km caso terminem a saída de campo em Vila Velha de Ródão, viajando até ao seu cais de canoa ou de barco)

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Ciências Naturais / Biologia e Geologia / Geologia + Educação Física

Argumento:

Depois de atravessarem a ponte de Vila Velha de Ródão em direcção a Nisa, após 5 km, surge um caminho florestal. Aí, os alunos e professores saem do autocarro e começam a subir o trilho que conduz ao topo aplanado da Serra de S. Miguel seguindo pela linha de cumeada. A certa altura saem do trilho principal para descobrirem o Buraco da Faiopa, antiga exploração de ferro. De regresso ao trilho vão até ao Miradouro das Portas do Ródão de onde se observam as serras quartzíticas do Perdigão (onde se destaca a Atalaia Medieval), a das Corgas e a das Talhadas e a vila de Vila Velha de Ródão. Estas 4 serras fazem parte de uma grande dobra com 30 km de extensão, em forma de U, chamada Sinclinal do Ródão. As portas do Ródão abrem-se entre as Serras de S. Miguel e a das Corgas, resultantes do encaixe do rio Tejo, nesta muralha quartzítica. De quando em quando o voo dos grifos desperta a atenção dos personagens, pois é impossível ficar indiferente à passagem destas majestosas aves. Agora é tempo de voltar para trás, andar mais um pouco e ter uma magnífica panorâmica sobre toda a extensão da exploração mineira de ouro do Conhal do Arneiro, que se situa na área deprimida entre a Serra de S. Miguel e o bloco da Serrinha, levantado pelo movimento da Falha do Ponsul. A visão é inesperada… Imensas conheiras, isto é, amontoados de blocos rolados de quartzo e quartzito (conhos), vestígios da exploração extensiva a céu aberto de sedimentos depositados pelo rio Tejo. Agora, é só descer a serra e ir ao encontro destes vestígios do passado e imaginar a mina em plena laboração. Mas afinal como extraíam o ouro? Em que tipo de sedimentos se encontrava tal metal precioso? E se fossem todos juntos investigar? Depois de abandonar a área da exploração mineira o percurso continua até à aldeia do Arneiro, onde os aguarda de novo o autocarro. Em alternativa, no Cais do Conhal do Arneiro podem viajar de canoa ou de barco até ao Cais de Vila Velha de Ródão (onde os aguarda o autocarro), atravessando as Portas de Ródão.

09

Na Rota dos Fósseis de Penha Garcia em busca dos vestígios das Trilobites (Cruziana)

Saída de Campo A

Na Rota dos Fósseis de Penha Garcia em busca dos vestígios das Trilobites (Cruziana)

Saída de Campo A

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 5 e Professores maiores de 21 anos

Estúdios/Local: Parque Icnológico de Penha Garcia

Duração: 3 horas (5 horas se incluir Desportos de Natureza opcionais: Escalada, Canoagem, Tiro com Arco)

Trilho Pedestre: PR3 - Rota dos Fósseis (2 Km)

Visitas Opcionais: Balneário das Termas de Monfortinho (disponível mediante certas condições).

Disciplinas: Estudo do Meio / Biologia e Geologia / Geologia + Educação Física / Ciências Naturais + História + Educação Física

Argumento:

Os alunos e professores, depois de percorrerem a pé as estreitinhas ruas entre as casas da aldeia, sendo as mais antigas construídas em quartzito, sobem ao Castelo Templário do séc. XIII. Aí contemplam a paisagem de Penha Garcia e ouvem contar quer a história do seu povoamento, quer a geológica.

De seguida, são convidados a descer ao vale do rio Ponsul, a vestir o fato de mergulho e a calçar as barbatanas, para iniciar a aventura de recuar no tempo 480 Milhões de Anos (Ma) e mergulhar no mar pouco profundo que banhava a área de Penha Garcia. Assim, poder-se-ão sentir a nadar ao lado de seres primitivos que constituíam as comunidades marinhas de outrora, tais como as Trilobites, podendo espreitá-los para conhecer os seus segredos e estratégias de sobrevivência, já que muitas vezes eram incomodados por enormes tempestades e, de quando em quando, por pequenos sismos… Fica o convite à imaginação… Já de volta ao mundo real, no vale do rio Ponsul lêem as rochas onde abundam as Cruziana, entram na “Casa dos Fósseis” e nos moinhos de rodízio que em tempos idos foram o ganha-pão dos moleiros da aldeia.

Os viajantes do tempo, menos temerosos, podem ainda voar sobre o vale do Ponsul, praticar tiro com arco, escalar ou deslizar sobre fundos marinhos de outrora, hoje praticamente verticalizados ou fazer canoagem na albufeira de Penha Garcia.

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O caos de bolas no Monte-Ilha Granítico de Monsanto

Saída de Campo B

O caos de bolas no Monte-Ilha Granítico de Monsanto

Saída de Campo B

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 5 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local:

Duração: 5 horas

Trilho Pedestre: PR5 - Rota dos Barrocais (7 Km)

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Estudo do Meio / Biologia e Geologia / Geologia + Educação Física / Ciências Naturais + História + Educação Física

Argumento:

Os alunos e professores, depois de chegarem à aldeia mais portuguesa de Portugal, iniciam o trilho que permite a ascensão até ao topo do Monte-Ilha (Inselberg), por entre o caos de bolas de granito, paisagem do tipo barrocal. Próximo do Castelo, contemplam as ruínas da Capela românica de S. Miguel, datada do séc. XII. Já no interior do Castelo Templário do mesmo século, têm uma vista deslumbrante sobre toda a paisagem envolvente e escutam a história de cercos de outros tempos. Rumam, agora, em direcção à aldeia histórica e apreciam a arte e engenho dos Monsantinos, patente na arquitectura das suas curiosas casas, em perfeita harmonia com a Natureza, atingindo o seu auge na “Casa de uma só telha”! Já dizia Cardoso Mata: “Nunca se sabe em Monsanto… se a casa nasce da rocha, se a rocha nasce da casa”.

Depois duma paragem para fazer piquenique, dar dois dedos de conversa com os simpáticos e pacientes Monsantinos, verem ou comprarem marafonas ou adufes, artesanato típico da aldeia, continuam a caminhada. Desta vez, partem do centro da aldeia e descem pelo trilho que os leva à base do Inselberg. Chegados ao destino, observam enormes bolas de granito, uma delas fendida que apresenta 15 m de altura e quase 4000 toneladas de peso! Em seguida, olham para o topo do Mons Sanctus e têm uma visão geral do caos de bolas que se estende ao longo da vertente do grandioso geomonumento. De repente, um aluno exclama: “Olhem está ali outra igreja românica e junto a ela há um campanário em cima de uma grande bola de granito! Como será que faziam quando queriam tocar o sino?”. Trata-se da igreja românica de S. Pedro de Vir-a-Corça e é hora de mais uma lenda ouvir: a de S. Pedro de Vir-a-Corça! O motorista do autocarro aguarda-os, é tempo de regresso a casa.

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O Monumento Natural das Portas de Ródão e os troncos fósseis de Vila Velha de Ródão

Saída de Campo D

O Monumento Natural das Portas de Ródão e os troncos fósseis de Vila Velha de Ródão

Saída de Campo D

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 5 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local:

Duração: 3 horas (5 horas se incluir Desportos de Natureza opcionais: Canoagem e outros sob consulta)

Trilho Pedestre:

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Estudo do Meio / Biologia e Geologia / Geologia + Educação Física / Ciências Naturais + História + Educação Física

Argumento:

Alunos e Profs. vestem os seus coletes salva-vidas e entram entusiasmados nos dois barcos. Para os que escolheram a opção de dar uma espreitadela ao núcleo de gravuras rupestres de S. Simão, dirigem-se para o lado oposto às Portas do Ródão e sobem Tejo acima. Durante o trajeto podem ter a sorte de ser brindados por selvagens personagens: cágados, garças, patos, lontras e javalis. Para os da outra opção, os barcos zarpam do porto do Tejo de Vila Velha de Ródão como que atraídos por um íman, rumo às Portas do Ródão, aquelas duas imponentes muralhas quartzíticas pacientemente escancaradas, à espera de nova visita, atravessadas pelo rio criador e habitadas por numerosas famílias de Grifos! Pelo caminho os viajantes ouvem falar da presença humana nestas margens, desde há mais de 150000 anos, atestada pelos inúmeros achados arqueológicos, lêem as rochas e escutam a explicação da evolução da paisagem da área, condicionada nos últimos 3 Milhões de anos (Ma), pela existência deste geomonumento. Mas, de repente, um ocupante do barco, grita de excitação: - Olhem, estão aqui trilobites! E afirma que viu através do sonar sombras desses seres, a revolver lamas, argilas e areias do fundo do rio. Bem, talvez as tivesse confundido com lagostins! Tratou-se de pura ilusão ótica, pois as trilobites eram seres marinhos, extinguiram-se há 250 Ma e viveram por aqui quando esta área estava coberta por mar, há cerca de 500 Ma. Finalmente, atravessam aquela porta natural colossal e a seguir, na margem esquerda do rio, vislumbram o Conhal do Arneiro, uma exploração mineira de ouro, provavelmente, do tempo dos Romanos, da qual são testemunhos os inúmeros amontoados de blocos quartzíticos arredondados. É hora de regressar ao ponto de partida, deixar o barco e ir para o centro da vila visitar os troncos fósseis no Jardim da Casa das Artes e Cultura do Tejo, bem como o espaço museológico dedicado à Arqueologia do Ródão, caso assim o pretendam. Agora, a argumentista passa a bola e o final do dia fica ao critério das personagens!

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Os fósseis de Penha Garcia e os barrocais de Monsanto

Saída de Campo C

Os fósseis de Penha Garcia e os barrocais de Monsanto

Saída de Campo C

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 11 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local: Parques Icnológico de Penha Garcia e Geomorfológico de Monsanto (Idanha-a-Nova)

Duração: 5 horas

Trilho Pedestre: PR3 - Rota dos Fósseis; PR5 - Rota dos Barrocais (7 Km)

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Estudo do Meio / Biologia e Geologia / Geologia + Educação Física / Ciências Naturais + História + Educação Física

Argumento:

Os alunos e professores, depois de percorrerem a pé as ruas entre as casas da aldeia, das quais, as mais antigas são de quartzito, sobem ao Castelo Templário do Sec. XIII. Aí contemplam a paisagem de Penha Garcia e ouvem contar quer a história do seu povoamento, quer a geológica. De seguida, são convidados a descer ao vale do rio Ponsul, a vestir o fato de mergulho e a calçar as barbatanas, para iniciar a aventura de recuar no tempo 480 Ma e mergulhar no mar pouco profundo que banhava a área de Penha Garcia. Assim, poder-se-ão sentir a nadar ao lado de seres primitivos que constituíam as comunidades marinhas de outrora, tais como as Trilobites, Fica o convite à imaginação… Já de volta ao mundo real, no vale do Ponsul lêem as rochas onde abundam as Cruziana, entram na “Casa dos Fósseis” e nos moinhos de rodízio que em tempos foram o ganha-pão dos moleiros da aldeia.

Mas…Há que partir rumo a Monsanto! Já na aldeia mais portuguesa de Portugal iniciam o trilho que permite a ascensão até ao topo do Monte-Ilha (Inselberg), por entre o caos de bolas graníticas, paisagem do tipo barrocal. Chegados ao Castelo Templário do séc. XII, têm uma vista deslumbrante sobre toda a envolvente e escutam a história de cercos de outros tempos. Descem, agora, em direção à aldeia histórica e apreciam a arte e engenho dos Monsantinos, patente na arquitectura das suas curiosas casas! Já dizia Cardoso Mata “Nunca se sabe em Monsanto… se a casa nasce da rocha, se a rocha nasce da casa”

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Os Segredos Escondidos no Vale Mourão e a Floresta no Centro de Ciência Viva

Saída de Campo E

Os Segredos Escondidos no Vale Mourão e a Floresta no Centro de Ciência Viva

Saída de Campo E

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 5 e Professores maiores de 21

Estúdios/Local: CCV de Proença-a-Nova, Vale Mourão

Duração: 5 horas

Trilho Pedestre: PR2 - Segredos do Vale Mourão (3 Km)

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Estudo do Meio / Ciências Naturais / Biologia e Geologia / Geologia + Educação Física

Argumento:

Alunos e Profs. chegam ao Centro de Ciência Viva da Floresta (CCV), em Proença-a-Nova. Aí, participam em inúmeras atividades relacionadas com a temática da Floresta: visitam exposições, realizam actividades experimentais, fazem jogos, vêem filmes e mais, e mais?! É segredo! As personagens têm liberdade de escolha! Você decide… o argumento dentro do Centro de Ciência Viva! Agora é hora do piquenique! Depois da visita ao CCV, partem rumo à povoação de Sobral Fernando e aí procuram o início do trilho pedestre “Segredos do Vale Mourão”. No painel introdutório analisam a simbologia dos Percursos Pedestres de Pequena Rota e fazem-se ao caminho, curiosos por descobrir afinal quais os segredos que o Vale Mourão lhes reserva. O trilho acompanha o rio Ocreza, desenvolvendo-se na sua margem direita, mas não é efectuado na totalidade, já que o objectivo é alcançar o ponto onde se faz melhor a observação do geomonumento Portas do Vale Mourão, o principal segredo! Este geomonumento corresponde à garganta do rio Ocreza ao atravessar os quartzitos, que tiveram origem em areias depositadas num fundo marinho há quase 500 Milhões de Anos (Ma). Pelo caminho, até lá chegar, vão sendo desvendados outros segredos, tais como, magníficas dobras, zimbros, grifos e outras aves.

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Trilobites, Dinossáurios e Grutas nas Rochas do Centro de Portugal

Saída de Campo 1

Trilobites, Dinossáurios e Grutas nas Rochas do Centro de Portugal

Saída de Campo 1

De: Naturtejo

Com: Monitores da Naturtejo, Alunos e Profs. da Escola

Género: Ação e Aventura, ao vivo e a cores

Classificação: Alunos maiores de 12 e Professores maiores de 21 anos

Estúdios/Local: Grutas da Moeda + Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire + Parque Icnológico de Penha Garcia + Parque Geomorfológico de Monsanto

Duração: 2 dias (1º dia: 2h nas Grutas da Moeda + 2h30 nas Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire; 2º dia: 6 horas na saída de campo C)

Trilho Pedestre: Rota dos Fósseis em Penha Garcia e Rota dos barrocais em Monsanto

Visitas Opcionais:

Disciplinas: Ciências Naturais, Biologia e Geologia, Geologia, História e Educação Física

Argumento:

No 1º dia, alunos e professores visitam as Grutas da Moeda e o Centro de Interpretação Científico-Ambiental das Grutas. Ainda nesse dia visitam as Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire. No 2º dia, no Geopark Naturtejo realizam a Saída de Campo “Os fósseis de Penha Garcia e os barrocais de Monsanto”.

No 1º dia, no decorrer da visita à gruta os alunos compreendem os fenómenos geológicos que deram origem à sua formação e evolução, e identificam as diferentes formações calcárias aí existentes. Quando visitam o Centro de Interpretação Científico-ambiental percebem os vários fenómenos geológicos que originaram o Maciço Calcário Estremenho e a Gruta. Conhecem as várias utilizações do calcário; observar e identificam uma grande variedade de fósseis e minerais, tanto de Portugal como de outros países, descobrindo assim a sua importância, riqueza e raridade. Durante a visita ao Centro de Interpretação serão realizadas várias experiências que exemplificam de forma simples as várias etapas de formação do Maciço e da Gruta. Depois seguem para o as Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire, onde visitam os trilhos de pegadas de dinossáurios saurópodes e  realizam um worlshop. Aqui as rochas sedimentares (calcários) são as estrelas do dia! Depois vão pernoitar ao Geopark Naturtejo em local a definir.

No 2º dia, em Penha Garcia as rochas metamórficas (quartzitos) com Cruziana são as estrelas da manhã e em Monsanto, as rochas magmáticas (granito) brilharão durante a tarde.

Os alunos e professores começam o dia em Penha Garcia, depois de percorrerem a pé as ruas entre as casas da aldeia, das quais, as mais antigas são de quartzito, sobem ao Castelo Templário do Sec. XIII. Aí contemplam a paisagem de Penha Garcia e ouvem contar quer a história do seu povoamento, quer a geológica. De seguida, são convidados a descer ao vale do rio Ponsul, a vestir o fato de mergulho e a calçar as barbatanas, para iniciar a aventura de recuar no tempo 480 Ma e mergulhar no mar pouco profundo que banhava a área de Penha Garcia. Assim, poder-se-ão sentir a nadar ao lado de seres primitivos que constituíam as comunidades marinhas de outrora, tais como as Trilobites, Fica o convite à imaginação… Já de volta ao mundo real, no vale do Ponsul lêem as rochas onde abundam as Cruziana, entram na “Casa dos Fósseis” e nos moinhos de rodízio que em tempos foram o ganha-pão dos moleiros da aldeia. Mas…Há que partir rumo a Monsanto! Já na aldeia mais portuguesa de Portugal iniciam o trilho que permite a ascensão até ao topo do Monte-Ilha (Inselberg), por entre o caos de bolas graníticas, paisagem do tipo barrocal. Chegados ao Castelo Templário do séc. XII, têm uma vista deslumbrante sobre toda a envolvente e escutam a história de cercos de outros tempos. Descem, agora, em direção à aldeia histórica e apreciam a arte e engenho dos Monsantinos, patente na arquitectura das suas curiosas casas! Já dizia Cardoso Mata “Nunca se sabe em Monsanto… se a casa nasce da rocha, se a rocha nasce da casa”.

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